livro "Menino Maluquinho" do Ziraldo
- O valor afetivo, que conferem os elementos extrínsecos ao objeto.... ganhei da minha mãe, quando eu tinha 2 anos, sempre foi dos meus livros preferidos. Guardei vários livros da infância que depois repassei pro meu filho, Pedro. Esse foi um deles. Quando eu estava grávida, em 2006, eu fui dispensada do meu trabalho na época... (por sinal, não é algo que eu gosto de rememorar muito, mas acho que cabe comentar de forma particular, que naquela época fiz parte da equipe/projeto que organizou o Museu Comunitário da Lomba do Pinheiro). Depois, acabei conseguindo um bico na Feira do Livro e em um dia havia um evento com o Ziraldo na parte infantil da feira. Participei da atividade e levei o livro do Menino Maluquinho pra ele autografar... (foi a primeira vez que fiquei sabendo que havia uma N. Sra do Bom Parto hehehe). Achei fofo da parte dele.
Gosto demais desse livro... liga a minha infância com a infância do meu filho.
No fim das contas, a história do menino maluquinho acabou tendo várias coisas em comum com a história da infância do meu filho... ele sempre adorou uma bagunça, jogar futebol na posição de goleiro, ele sempre foi muito levado e é uma criatura maravilhosa... ele também se tornou filho de pais separados que nem o menino maluquinho...
Ziraldo disse que o livro era da primeira tiragem, e reconheceu por causa desses desenhos, que disse que só saíram na primeira tiragem hehehe
O livro tem diversas marcas do tempo e do uso... as folhas estão amareladas e tem algumas anotações de nomes de crianças a lápis, imagino que minha mãe usou em alguma aula com alunos (a letra é dela);
A capa está desgastada e tem alguns respingos de uma caneta que era febre quando eu era criança, era uma caneta metalizada.
Já pensei em tatuar esse desenho, pq quando era menor, meu guri corria desse jeito:







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